sábado, 15 de dezembro de 2007

Um pedido de casamento do passado..


O ambiente..
Uma sala acolhedora.. média luz, velas espalhadas..

A música..



A letra
(alterada, cantada e coreografada..)
"If you want a lover
I'll do anything you ask me to
And if you want another kind of love
I'll wear a mask for you
If you want a partner
Take my hand
Or if you want to strike me down in anger
Here I stand
I'm your man

If you want a boxer
I will step into the ring for you
And if you want a doctor
I'll examine every inch of you
If you want a driver
Climb inside
Or if you want to take me for a ride
You know you can
I'm your man

Ah, the moon's too bright
The chain's too tight
The beast wont go to sleep
I've been running through these promises to you
That I made and I could not keep
Ah but a man never got a woman back
Not by begging on his knees
(pondo-se de joelhos)
Or I'd crawl to you baby
(rastejando até ela)
And I'd fall at your feet
(caindo aos pés dela)
And I'd howl at your beauty
Like a dog in heat
And Id claw at your heart
(arranhando o coração)
And I'd tear at your sheet
(abrindo a camisa arrancando os botões)
I'd say please, please
Queres casar comigo?"
(abrindo uma caixa e mostrando um anel de noivado)
Sonhado e encenado na memória durante anos..
nunca irá ser feito..

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

O eclipse era um mito..

Ladyhawke.. um filme dos anos 80 que sempre me foi especial..
Fala basicamente de uma maldição entre duas pessoas que se amam.
Durante o dia ele um cavaleiro que viaja no seu cavalo negro, na companhia de um falcão.. Isabeau.
Ela durante a noite, viaja na companhia de um lobo negro.. Navarre.
Isabeau e Navarre.. sempre juntos... para sempre separados..
Durante um momento, todos os dias ao pôr e nascer do sol quase se tocam como homem e mulher.. mas estão condenados a nunca se tocarem como homem e mulher... até que.. num dia a maldição se quebra... um dia ficam lado a lado como homem e mulher.. por causa de um eclipse.. e a maldição quebra-se..



Durante muito tempo vivi junto daquela que achei ser a mulher da minha vida. Sempre com a sensação de que algumas coisas impediam a nossa felicidade. Sempre juntos... mas sempre afastados..
Neste conto, no final.. o eclipse afinal era um mito.. e a maldição não se quebrou..
Fica no ar um sabor amargo de que muito podia ter sido feito e não foi... mas a chama apagou-se sem que os intervenientes se tivessem mexido para atiçar.. como qualquer maldição que se preze..